domingo, 1 de junho de 2014

OKTOBERFEST =/ OS ALEMÃES E SANTA CATARINA

Neste estado a representação germânica é extremamente forte e até se mesclou aos costumes dos catarinenses, sendo difícil identificar estas cidades sem a sua aura alemã. Ver Blumenau sem a Oktoberfest é como ver o Rio sem o carnaval, algo impossível e tão ligado à cidade que virou marca própria.
Quando você estiver visitando Blumenau vai ter a impressão de visitar a própria Alemanha, pois até o idioma é reproduzido em alguns cantos da cidade, como a Vila Itoupava, uma pequena vila bávara que segue todas as tradições da terra mãe e oferece aos turistas a oportunidade de degustar delícias como a cuca e os famosos embutidos.
Ao redor de Blumenau várias cidadezinhas se destacam justamente pela sua ‘cara de estrangeira’ e na rota por Brusque, Gaspar e Guabiruba, as casas em estilo enxaimel ou à semelhança das vilas germânicas se multiplicam na paisagem.
No entanto, quem aparece como uma estranha no ninho brasileiro é a pequenina Pomerode, chamada assim por ser construída por imigrantes da Pomerânia, no norte da Alemanha.
Nesta vila germânica quase todo mundo é filho ou neto de alemães e numa fila de banco ou no bar da esquina, os turistas escutam aqueles sons característicos da fala alemã. Nas ruas principais, o estilo enxaimel se concentra por todo o horizonte e os vestígios da cultura germânica ficam mais fortes à medida que chega janeiro, mês da Festa Pomerana, que apresenta rituais de casamento típico e várias outras representações das tradições pomeranas.


No Paraná, o território foi dividido para imigrantes de vários povos e, em Curitiba, você vê vários resquícios da herança alemã, mas nada tão forte quanto em Castro, Marechal Candido Rondon e Rolândia, esta última talvez seja a localidade que mais se aproxime dos costumes bávaros devido a sua festa típica, a Oktoberfest.

                                      fonte da noticia: site oktoberfest

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